Falar do explícito não me atrai. Gosto de pensar naquilo que não posso ver, não posso tocar e, às vezes, não posso sequer sentir com meus sentimentos mais intensos. Querer encontrar o vazio faz parte de uma rotina incansável, que ao mesmo tempo busca pelo completo, pela metade, pela certeza. Certeza essa de que as buscas não são em vão, os olhares não se perderão e os sorrisos jamais deixaram de refletir o brilho da tua esperança. Da nossa esperança. Falar do nada é como sentir frio no dia mais quente do ano. É como sentir sede após beber dois litros d’água. É como querer e não poder. Nem ter, nem perder, nem ganhar, nem lutar, nem sorrir.
Aquilo que não posso ver me chama a atenção de uma forma incontestável e inexplicável. Destinos, lugares, palavras, sentimentos. Tudo se mistura de uma forma perfeitamente simétrica quando os batimentos de nossos corações estão em sincronia. Se for pra ganhar, que se ganhe. Se for pra perder, que se lute. Se for pra fazer, que valha a pena. Cada segundo não pode ser desperdiçado. Os clichês do “que seja eterno enquanto dure” e “só sabem valorizar quando perdem” às vezes se encaixam perfeitamente.
Sentimentos fortes não precisam ser explícitos. Olhares dizem tudo. E a você só dedico sorrisos, meias palavras e abraços eternos. Corra. Estarei esperando. Assim como me esperaste. Esperaremos. E sejamos felizes. Como nunca. Sem pontos finais. Porque histórias verdadeiras não acabam com “foram felizes para sempre”. Elas simplesmente não terminam.

Quer dizer que você é CURIOSA!
ResponderExcluira HISTORIA não termina, é um conceito infinito.
Sim, eu sou muito curiosa, hahaha;
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